Meu vinho, meu amigo…

É madrugada e está um pouco frio. Cai uma garoa fina, é lua cheia e a noite sombria.
Pensei em pegar aquela garrafa que está na geladeira desde sábado, abrir e servir-me uma taça.
Desejaria sentar e conversar.
Olhar aquele líquido vermelho como o sangue que corre em nossas veias. Girar, sentir e pensar.
Hoje não quero julgar! Apenas lembrar-me das histórias boas que vivi e de cada belo sorriso que vi.
A alegria estampada no rosto de quem ama, de quem chora de felicidade e rir.
Nesta hora não existe maldade!
Maldade dos homens que me deixa triste e me põe a conversar com minha taça.
Pensar que ela pode estar perto de nós, e bem ao nosso lado.
Não quero acreditar, não quero julgar, só quero pensar e conversar.
Decidi que não abrirei um vinho, pois já é quase manhã e preciso trabalhar.
Hoje te deixo meu amigo, mas sei que quando precisar, lá você estará!

Beba com moderação!

Saúde,

Edição: Evandro Silva

2 comentários sobre “Meu vinho, meu amigo…

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