Portugal – Diário de Bordo 3º dia, Na Casa do Inimigo (por Evandro Silva)

Neste terceiro dia em Portugal depois de passar à noite abrindo caixas de vinhos italianos enviados pelos produtores a casa dos pais da Fátima (Portal dos Vinhos), saímos perto do almoço rumo a Lisboa onde fomos nos encontrar com o irmão da Fátima. E adivinha onde ?
Na casa do inimigo. Sim, no Benfica!
Rivalidades à parte devo admitir que é um estádio muito bonito, uma estrutura que só havia visto parecida no Arsenal em Londres. Está certo que conheci poucos estádios fora do Brasil, mas este impressiona pela beleza e capricho.
Fomos fazer um lanche e bater um papo no restaurante do estádio. Aliás que sanduíche bom era aquele, simples mas muito bom. Nada mais que um filet com pão, que infelizmente não me lembro o nome, mas parece ser bem tradicional por lá.

 


A casa do inimigo

 
Depois fomos ver um pouco mais das instalações do Benfica e chegamos à Media Markt uma loja de eletroeletrônicos. É um paraíso de compras e ao mesmo tempo um pesadelo para o bolso. São tantas opções e com bons preços que haja espaço na mala e cartão de crédito para comprar o que der vontade. Perdemos horas vendo cada seção, e esta ainda não era uma das maiores lojas, eles tem outras espalhadas por lá.
Bem, por conta dos vinhos que teríamos de levar na mala, não pudemos exagerar nas compras.
Por falar em vinhos, afinal este é o nosso objetivo aqui, fomos dar uma passada no Makro. Vimos muitos “achados” e com preços bons. Tipo aquela safra excepcional à um bom preço. Já os vinhos mais top, era preço de mercado comparado ao El Corte Inglés da Espanha.

Já à noite marcamos um encontro em família para participar conosco da avaliação dos vinhos, afinal quem os vai consumir são eles então nada melhor que o consumidor que aprecia vinhos para também avaliar.
Dentre os que provamos, menção honrosa aos barbarescos 2005 e 2006 da Cascina Bruciata e também os barbarescos da Serragrilli. Não teve um que foi o melhor, por exemplo os da Cascina Bruciata houve um empate entre o 2005 e o 2006. Ao meu gosto o 2005 pareceu melhor, mas o 2006 tem mais à evoluir.

 

Cascina Bruciata Barbaresco 2006

 
Bem depois de provarmos estes belos barbarescos acompanhados de queijos e embutidos só nos restou dormir e começar tudo de novo no dia seguinte… Que vida ruim esta, hein?

 
Até o próximo post!

 
tin-tin

 
Edição: Evandro Silva / Francisco Stredel

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